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fragmento:

A thought is a function of time, a pattern of growth, and not the “thing” that the tens of the printed word seems to objectify. It is more like a cloud than a rock, although its effects can be just as long lasting as a block of stone, and its aging subject to the similar processes of destructive erosion and constructive edification. Duration is the medium that makes thought possible, therefore duration is to consciousness as light is to the eye.

integra do texto de bill violla – em_inlgês- clique aqui

Vittorio Fagone

fragmento:

Num apontamento de trabalho, apenas recentemente publicado, Man Ray, que utilizou largamente a fotografia e o cinema para a sua investigação de vanguarda, escreveu: «Qualquer forma de expressão tem os seus puristas. São os fotógrafos que sustentam que o seu meio não tem qualquer relação com a pintura. São os pintores que desprezam a fotografia, embora muitos, no último século, nela se tenham inspirado e a tenham utilizado. São os arquitectos que recusam pendurar um quadro no seu palácio, afirmando que a sua obra é uma expressão completa, por si só. No mesmíssimo espírito, quando surgiu o automóvel, alguns devem ter declarado que o cavalo é a mais perfeita forma de locomoção. Todas estas atitudes derivam do temor de que uma suplante a outra. Nada disso aconteceu. Ninguém procura abolir o automóvel, com o pretexto de que temos o avião»

integra do texto: video frente ao video – clique aqui

Wim Wenders

Conferência num colóquio sobre técnicas narrativas

fragmento:

Em inglês, para o vocábulo «contar», há apenas uma expressão constituída por três palavras: to tell stories. O meu problema reside exactamente aqui: para lhes falar sobre o narrar, convidaram alguém que, desde sempre, só teve problemas com as stories.
Tenho que começar mesmo pelo princípio. Fui pintor, interessava-me única e exclusivamente o espaço: paisagens e cidades. Tornei-me realizador, quando notei que não “progredia” como pintor. Faltava alguma coisa aos quadros e à pintura! De um quadro para outro faltava alguma coisa, e faltava igualmente alguma coisa em cada quadro isolado. Dizer que faltava vida teria sido demasiado simples; eu pensava, pelo contrário, que faltava o conceito, a concepção de tempo. Quando comecei a filmar, entendia-me, em vista disto, como pintor do espaço à procura do tempo. Nunca me ocorreu designar este procsso por “narrar”. Eu era, certamente, muito ingênuo. Imaginava o filmar como sendo fácil. Pensava, como pintor, que bastava ver alguma coisa para logo poder também mostrá-la e pensava além disso que um narrador (eu não o era, contudo) tinha primeiro que escutar e somente depois falar. Rodar um filme queria, para mim, dizer que se ligava tudo isto. Isso foi um erro; contudo, antes que eu o possa aqui esclarecer, tenho que falar de outra coisa.

integra do texto: historias possiveis – clique aqui

Jonathan Crary

fragmento:

La postimagen retiniana es, tal vez, el fenómeno óptico más importante discutido por Goethe en el capitulo “Los colores fisiológicos” de su Teoría de los colores2. Aunque precedido por otros a fines del siglo XVIII, su tratamiento del tema fue por lejos el más completo hasta el momento3. Fenómenos visuales subjetivos tales como las postimágenes han sido registrados desde la Antigüedad, pero únicamente como acontecimientos fuera del dominio de la óptica y relegados a la categoría de lo “espectral” o de mera apariencia. Sin embargo, a principios del siglo XIX, y en particular con Goethe, tales experiencias alcanzan el estatus de “verdad” óptica. Estas ya no son decepciones que oscurecen la percepción “verdadera”, más bien comienzan a constituir un componente irreductible de la visión humana. Para Goethe y los fisiólogos que lo siguieron no existían cosas tales como la ilusión óptica: sea lo que fuere experimentado por el ojo corporal saludable era, de hecho, una verdad óptica.

integra do texto tecnicas del observador – Jonathan Crary – clique aqui

La modernidad y la cuestión del observador

Jonathan Crary
Traducción: Flavia Costa

fragmento:

El nacimiento antecedió en mucho al parto: el observador es un efecto de la presión disciplinadora que poderes institucionales y discursivos descargaron sobre la vista durante todo el siglo XIX. Desde entonces, habitamos la época de la implantación de espacios visuales  re-fabricados. Jonathan Crary discute las tesis que explican el proceso de abstracción de lo visual a partir de las convenciones representacionales o de las rupturas estéticas: la extracción de un saber sobre la visión y la coronación del fin de siglo con artefactos ópticos han sido incubadora, forceps y sonajeros del observador contemporáneo.

integra do texto: Introdução- Técnicas do Observador – clique aqui